Os primeiros protestos da campanha “No Kings” começaram neste sábado (18) nos Estados Unidos e em várias cidades do mundo, marcando uma das maiores mobilizações populares desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca.
Milhares de manifestantes ocuparam a Times Square, em Nova York, criticando políticas do governo relacionadas à imigração, segurança, educação e cortes de verbas para universidades. O movimento também se manifestou em cidades europeias como Londres, Madri e Barcelona, em repúdio ao que chamam de uma “guinada autoritária” de Trump.
Organizadores estimam mais de 2.600 atos em todas as regiões americanas. “Não há nada mais americano do que dizer ‘nós não temos reis’ e exercer nosso direito de protestar pacificamente”, afirmou Leah Greenberg, cofundadora do movimento Indivisible, responsável pela organização das ações.
Em Washington, os protestos ocorreram perto do Cemitério Nacional de Arlington, próximo à área onde Trump planeja construir um arco monumental ligando o Memorial Lincoln à margem oposta do rio Potomac.
O movimento “No Kings” reúne milhares de pessoas em todo o mundo, reforçando a pressão sobre o governo americano e destacando a força de mobilizações populares contra decisões políticas controversas.



