Em setembro, quando campanhas de prevenção ganham destaque, médicos lembram que cuidar da própria saúde também é um ato de responsabilidade com quem está ao redor. De acordo com especialistas da Dasa, líder em medicina diagnóstica no Brasil, os homens ainda deixam de se vacinar com frequência — e isso pode trazer riscos sérios.
“A imunização é fundamental não apenas para a proteção individual, mas para criar uma barreira de segurança em casa e na comunidade”, explica a infectologista Maria Isabel Moraes-Pinto.
Entre as vacinas mais importantes estão:
Influenza: atualizada anualmente, previne gripe, complicações respiratórias e reduz a transmissão do vírus.
Tríplice bacteriana adulta (difteria, tétano e coqueluche): protege contra três doenças graves e evita a transmissão a crianças sem imunização completa.
Hepatite B: reduz o risco de inflamações crônicas no fígado e até câncer hepático.
Pneumocócica: combate infecções como pneumonia, meningite e septicemia, prevenindo complicações e internações.
HPV: previne verrugas genitais e diversos tipos de câncer, como os de garganta e pênis — ainda pouco procurada por homens.
Febre amarela: essencial em áreas de risco, protege contra complicações graves do vírus transmitido por mosquitos.
Herpes-zóster: reduz a chance de reativação do vírus da catapora, que pode causar inflamações dolorosas e até demência em idosos.
Para o infectologista Alberto Chebabo, “vacinar-se é a principal estratégia de saúde pública para combater doenças evitáveis e preservar a qualidade de vida ao longo dos anos”.


