O presidente da Argentina, Javier Milei, precisou ser retirado às pressas de um evento nesta quarta-feira (27), após a caravana em que estava ser atacada com pedradas por militantes. O incidente ocorreu na região da Praça Lomas de Zamora, em Buenos Aires, e nenhum ferido foi registrado.
O porta-voz de Milei, Manuel Adorni, atribuiu o ataque a militantes ligados ao kirchnerismo, classificando-os como “homens das cavernas” que recorrem à violência. “Ativistas políticos da velha guarda, kirchnerismo puro e um modelo de violência que só os homens das cavernas do passado querem: atacaram a pedradas a caravana que transportava o Presidente da Nação. Não há vítimas. Há apenas muitas caminhando para o mais absoluto esquecimento: Kirchnerismo, nunca mais”, escreveu Adorni nas redes sociais.
O próprio presidente Milei afirmou estar bem e criticou os militantes: “Os kukas atiraram pedras por falta de ideias, recorreram outra vez à violência. A Liberdade avança ou a Argentina retrocede. KIRCHNERISMO NUNCA MAIS. VIVA A LIBERDADE”, publicou nas redes sociais.
Além de Milei, a caravana contava com a presença da irmã e secretária-geral da Presidência, Karina Milei. O evento fazia parte de uma agenda política voltada às eleições legislativas, com o objetivo de impulsionar os candidatos do presidente ao Senado argentino.

