Paulo Sérgio Scudiere Angioni, diretor executivo de futebol do Fluminense, morreu na madrugada deste sábado (12), aos 80 anos, no Rio de Janeiro. O dirigente estava internado em um hospital da Zona Sul da cidade desde o início de setembro para tratar um câncer no pâncreas.
A morte foi confirmada pelo Fluminense, que lamentou a perda e destacou a trajetória de mais de 40 anos de Angioni no futebol brasileiro. O clube também ressaltou que o dirigente foi um dos pioneiros na função de diretor executivo no país.
Angioni iniciou a carreira no início dos anos 1980, no Vasco da Gama, onde permaneceu por 14 anos e participou de um período vitorioso do clube. Ao longo da carreira, também trabalhou em equipes como Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Bahia e Fluminense, além da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Paulo Angioni trabalhou no Bahia entre 2010 e 2013 e teve participação na reconstrução do departamento de futebol do clube. Durante o período, esteve à frente do processo que culminou no retorno do Tricolor à Série A do Campeonato Brasileiro.
Sob sua gestão, o Bahia conquistou o acesso à Série A em 2010 e o Campeonato Baiano em 2012.
História no Fluminense
No Fluminense, clube pelo qual tinha grande identificação, Angioni teve diferentes passagens ao longo da carreira. Ele trabalhou no Tricolor entre 2000 e 2002, retornou brevemente em 2004 e voltou ao clube em 2014. Em junho de 2018, iniciou sua última passagem pela equipe.
O dirigente fez parte da trajetória recente de sucesso do Fluminense e participou da conquista da Copa Libertadores de 2023, o primeiro título da competição na história do clube carioca.


