A contratação do atacante Kauê Furquim, de 16 anos, pelo Bahia, após o pagamento de multa rescisória de R$ 14 milhões, provocou insatisfação na diretoria do Corinthians. O clube paulista alega ter sido surpreendido pela negociação e classificou a postura dos representantes do jogador e do Grupo City, controlador do tricolor baiano, como oportunista.
Segundo Carlos Roberto Auricchio, diretor da base corintiana, o Corinthians já negociava um aumento salarial para o atleta, que tinha contrato até 2027 e um dos maiores vencimentos da categoria sub-17. O dirigente afirmou que, dias antes do acordo com o Bahia, chegou a oferecer o dobro do salário atual, mas não houve acerto.
Kauê assinou seu primeiro contrato profissional em abril e chegou a treinar com o time principal, ficando no banco de reservas em partidas do Brasileirão. A polêmica surge às vésperas do confronto entre Bahia e Corinthians, que se enfrentam no sábado (16), pela 20ª rodada da Série A.

