Conhecido pelo estilo direto nas entrevistas, o atacante Marinho voltou a falar sobre a possibilidade de defender a Seleção Brasileira de Futebol. Em participação no programa “Fala Aí”, do UOL, o jogador comentou o momento em que viveu o auge da carreira e revelou que acreditava ter méritos para receber uma convocação.
O período citado pelo atacante foi quando vestia a camisa do Santos Futebol Clube. Entre 2019 e 2022, Marinho acumulou números expressivos: foram 113 partidas disputadas, 41 gols marcados e 18 assistências. Naquele ciclo, o jogador também ganhou destaque internacional ao ser eleito Rei da América, premiação concedida ao melhor atleta do continente, após a campanha que terminou com o vice-campeonato da Copa Libertadores da América.
Apesar do desempenho, o atacante não chegou a ser chamado pelo então treinador da seleção, Tite. Ao comentar o assunto, Marinho afirmou que acreditava ter feito o suficiente para receber uma oportunidade.
“No meu melhor momento, o que eu sonhava era com a seleção. O treinador sempre falava em meritocracia e eu achava que, por mérito, era quase impossível eu não ir. Diziam que convocação era questão de momento, e eu vivia a melhor fase da minha carreira”, declarou.
Mesmo reconhecendo que a ausência na lista de convocados trouxe frustração, o jogador disse que prefere guardar as lembranças positivas daquele período.
“Fiquei muito triste, porque acredito que tinha merecimento. Mas não é algo que me faça me arrepender de nada. Outras coisas boas também aconteceram na minha carreira”, completou.
Atualmente defendendo o Esporte Clube Vitória, o camisa 7 afirmou estar motivado para ajudar o clube ao longo da temporada. Marinho também destacou a identificação com o estado e o carinho recebido dos torcedores, dizendo que já se sente praticamente baiano, embora tenha nascido em Alagoas.

