Chega ao fim nesta sexta-feira (11) a segunda janela de transferências do futebol brasileiro na temporada. Desde o dia 20 de julho, os clubes das Séries A, B, C e D correram para oficializar contratações vindas do exterior ou de outras equipes nacionais, respeitando as diretrizes do Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas da CBF (RNRTAF) e da Fifa.
Apesar do encerramento do período principal de inscrições, a data não bloqueia 100% a chegada de reforços nos elencos. O regulamento permite que novos nomes sejam inscritos após o prazo, desde que se enquadrem em situações específicas.
Regras, exceções e limites do mercado
- Jogadores livres no mercado: Atletas que rescindiram contrato ou ficaram sem vínculo empregatício antes do fechamento da janela continuam liberados para assinar com novos clubes, respeitando apenas os prazos limite de inscrição de cada campeonato.
- Inscrições na Libertadores e Sul-Americana: Para as quartas de final, o prazo encerrou no dia 4 de setembro. No entanto, os clubes que avançarem para as semifinais terão direito a realizar até três alterações na lista de inscritos junto à Conmebol.
- Limite de partidas no Brasileirão: Jogadores que já atuaram em sete ou mais partidas por um clube da Série A não podem defender outra equipe no mesmo torneio em 2026. A transferência ainda é permitida, mas o atleta só poderá entrar em campo por outras competições na temporada.
- Mercado internacional: Enquanto as principais ligas da Europa fecharam suas janelas entre o fim de agosto e o início de setembro, mercados como o da Arábia Saudita continuam abertos para contratações até o dia 12 de outubro.


