Com estreia marcada para junho, Carlo Ancelotti finalmente assume o comando da Seleção Brasileira em um desafio de tiro curto, com foco principal na disputa da Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. Para isso, o técnico italiano tem contrato com a CBF estimado em 10 milhões de euros por ano (cerca de R$ 63 milhões), incluindo salários de sua comissão técnica.
Ancelotti terá um bônus proporcional ao tamanho da missão: se conquistar o hexacampeonato mundial, receberá uma premiação equivalente à metade do valor total do contrato, cerca de R$ 31,5 milhões. O treinador desembarca acompanhado por nomes de confiança, como o filho e auxiliar Davide Ancelotti, o preparador físico Francesco Mauri e outros dois profissionais ainda não divulgados.
Antes da convocação final para o Mundial, Ancelotti terá apenas dez jogos para ajustar a equipe. A agenda inclui:
Eliminatórias da Copa:
Brasil x Equador (5/06)
Brasil x Paraguai (10/06)
Brasil x Chile e Brasil x Bolívia (setembro)
Amistosos:
Outubro, novembro de 2025 e março de 2026 (adversários ainda indefinidos)
A primeira convocação oficial do treinador será anunciada no dia 26 de maio, já em solo brasileiro. No entanto, Ancelotti começa a definir os nomes ainda nesta semana em Madrid, junto ao diretor de seleções Rodrigo Caetano e ao coordenador técnico Juan, que embarcam para a Espanha nesta terça-feira.
Preparação começa no CT do Corinthians
Os primeiros treinos da nova era Ancelotti serão realizados no CT Joaquim Grava, do Corinthians, nos dias 2 e 3 de junho. Em seguida, a equipe viaja para Guayaquil (Equador), onde treina no dia 4 e estreia sob novo comando no dia 5. Depois, retorna ao Brasil para o confronto com o Paraguai na Arena Corinthians, em São Paulo.


