Com a saída de Carlo Ancelotti, que assumiu a Seleção Brasileira, o Mundial de Clubes 2025 abre espaço para uma nova disputa entre os treinadores mais respeitados da competição. Sem o técnico com cerca de dez títulos continentais e mais de 800 vitórias, os holofotes se voltam para uma elite equilibrada, entre nomes consagrados e promissores.
Pep Guardiola, do Manchester City, lidera a lista dos técnicos com maior número de conquistas entre os confirmados, com 17 títulos nacionais e sete continentais. Com 973 partidas oficiais, acumula 697 vitórias, o que representa uma taxa de aproveitamento de 71,6% a mais alta entre os participantes do torneio. O estilo de jogo e a experiência do espanhol o colocam como um dos principais favoritos ao título.
Entre os representantes sul-americanos, Renato Gaúcho, do Fluminense, e Diego Simeone, do Atlético de Madrid, se destacam. Renato soma duas conquistas continentais e 497 vitórias em 1.012 jogos (49,1%). Simeone, conhecido pela consistência, possui 420 vitórias em 707 partidas (59,4%) e quatro títulos internacionais.
Além dos nomes tradicionais, o Mundial também traz treinadores emergentes que podem surpreender. Filipe Luís, que recentemente assumiu o comando do Flamengo, acumula 39 vitórias em 57 jogos, com aproveitamento de 68,4%. Ídolo recente do clube e ex-lateral da seleção brasileira, ele tenta transformar seu prestígio em resultados no banco de reservas.
Outro técnico a ser observado é Vladimir Ivić, sérvio que lidera o Al-Ain. Com 201 vitórias em 326 jogos (62%) e três títulos nacionais, ele chega ao Mundial com equipes embaladas por boas campanhas, podendo incomodar os favoritos.



