O que deveria ser um momento de diversão no Carnaval de Salvador acabou se tornando um episódio de desconforto e insegurança para uma foliã do Bloco Timbalada. Em 2023, a associada viu o cortejo ser tomado por uma grande “pipoca” depois que cordeiros abaixaram as cordas de isolamento, permitindo a entrada de pessoas sem abadá.
Segundo o site Vade News, a situação motivou um processo contra a Central do Carnaval Produções Artísticas, responsável pela organização do bloco. Na ação, a foliã afirmou que a quebra da barreira de segurança permitiu que “estranhos se misturassem aos participantes pagos”, criando um ambiente “inseguro e desconfortável”.
Com base nos relatos e provas apresentadas, a juíza Sandra Sousa do Nascimento Moreno fixou a indenização em R$ 4 mil. Na decisão, destacou que as cordas são parte essencial do serviço adquirido pelos foliões e deveriam ter sido mantidas durante todo o percurso, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.


