O Governo da Bahia promove uma programação diversa na Bienal do Livro Bahia 2026, que acontece entre os dias 15 e 21 de abril, no Centro de Convenções de Salvador. A iniciativa reúne atividades que vão desde literatura indígena e saraus até debates sobre os desafios da era digital, distribuídas em quatro espaços do evento.
Ao todo, mais de 200 profissionais participam da programação, entre escritores, quadrinistas, cordelistas e mediadores. A ação é organizada pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult-BA), por meio da Fundação Pedro Calmon (FPC), em parceria com a Secretaria da Educação (SEC), com o objetivo de valorizar autores baianos e fortalecer o circuito literário no estado.
Entre os destaques está o Auditório Vozes da Bahia, que recebe autores selecionados pelo edital homônimo, além de debates com representantes da Academia de Letras da Bahia e coletivos literários. O espaço também contará com lançamentos e discussões que abordam temas como identidade, diversidade e produção literária local.
No Café Literário, o público poderá acompanhar mesas temáticas sobre cultura, sociedade e comunicação, incluindo debates sobre festivais literários e os desafios da disseminação de informações na era digital. Já o Espaço Infantil oferece atividades voltadas para crianças e famílias, com contação de histórias, apresentações musicais e ações que valorizam a ancestralidade.
A programação inclui ainda um encontro dedicado à literatura indígena, que reunirá representantes de povos originários para discutir narrativas, identidade e resistência cultural. O evento também conta com um estande do Governo do Estado voltado à produção de estudantes e professores da rede pública.
A abertura oficial da Bienal está marcada para o dia 15 de abril, às 9h. A expectativa é de que o evento contribua para a democratização do acesso ao livro, à leitura e à diversidade cultural na Bahia.


