A jornalista Cristiane Sampaio, de 40 anos, foi encontrada morta na última segunda-feira (8) no apartamento onde morava, em Brasília. Natural do Ceará, ela residia no Distrito Federal desde 2016 e atuava como produtora da TV Câmara. Informações do portal G1.
De acordo com informações da família, Cristiane foi encontrada sem sinais de violência. A principal hipótese apontada pela perícia é de que ela tenha sofrido um mal súbito.
Em nota, os familiares informaram que acompanham os trâmites para a liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML) e destacaram que as informações oficiais indicam o mal súbito como possível causa da morte.
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em 2008, Cristiane também possuía pós-graduações em Tradução de Espanhol, Linguística Aplicada, pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), e em Administração Pública, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Antes de atuar na TV Câmara, trabalhou como produtora da TV Verdes Mares, afiliada da Globo no Ceará, e exerceu a função de assessora de imprensa do Ministério Público do Ceará.
A morte da jornalista provocou comoção entre colegas de profissão. Em nota conjunta, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) e o Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF lamentaram a perda e destacaram sua trajetória marcada pelo compromisso com os direitos humanos, o acesso à informação e a defesa da categoria.
“As entidades ressaltaram que Cristiane era uma profissional estudiosa, dedicada e combativa na luta por melhores condições de trabalho, deixando um legado de compromisso com o jornalismo e com a defesa dos direitos sociais.”
Por fim, amigos, colegas e familiares receberam manifestações de solidariedade diante da perda da jornalista, cuja atuação era reconhecida tanto no meio profissional quanto nos movimentos sociais.

