As críticas do Esporte Clube Vitória à arbitragem em 2026 não se limitam ao confronto diante do Athletico Paranaense. Ao longo da temporada, o clube baiano acumula episódios controversos que aumentaram a insatisfação de jogadores, comissão técnica e diretoria.
Na Copa do Brasil, contra o Clube de Regatas do Flamengo, no dia 22/04, o Rubro-Negro já havia manifestado revolta com decisões da arbitragem, especialmente em lances considerados passíveis de expulsão que não foram revisados ou punidos com maior rigor. O caso ganhou grande repercussão e chegou a gerar questionamentos formais.
Outro episódio ocorreu no duelo contra o São Paulo Futebol Clube, no dia 11 de abril. Apesar da vitória do time baiano em campo, um lance específico gerou debate: o jogador Marco Antônio, da equipe paulista, deu uma entrada dura no volante Baralhas. Mesmo com a gravidade do lance, o árbitro manteve a decisão de campo e o VAR não recomendou a revisão para possível cartão vermelho, o que provocou reclamações por parte do Vitória.
A repetição de situações polêmicas ao longo da temporada tem reforçado o discurso de insatisfação dentro do clube, que cobra maior critério e uniformidade nas decisões da arbitragem, além de uma atuação mais efetiva da Confederação Brasileira de Futebol para evitar novos episódios semelhantes


