O deputado federal Jorge Solla (PT) participou, nesta sexta-feira (23), do evento de encerramento do 14º Encontro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Após a atividade, o parlamentar concedeu entrevista coletiva e comentou o cenário político da Bahia, especialmente sobre a formação da chapa governista para as eleições de 2026.
Ao ser questionado sobre o debate em torno da chamada chapa “puro sangue” do Partido dos Trabalhadores e o atrito com o senador Angelo Coronel (PSD), Solla classificou a situação como positiva para o grupo político. Segundo ele, a existência de diferentes nomes fortes demonstra a força da base governista.
“Esse imbrólio é um problema bom. Nós temos dois senadores que podem renovar o mandato e temos um candidato ao Senado, o Rui Costa (PT), ex-governador e atual ministro da Casa Civil, que está no topo das pesquisas. Eu não queria estar na pele de ACM Neto, que até agora não tem um candidato ao Senado. Aí, sim, é problema”, afirmou.
O deputado também destacou o desempenho e a relevância de lideranças petistas no cenário estadual e nacional. Para Solla, os dados das pesquisas reforçam a necessidade de manter nomes bem avaliados na composição da chapa.
“Vocês que trabalham com pesquisa sabem: quem é o candidato ao Senado melhor avaliado? Rui Costa. Quem é o senador que mais contribuiu com o Estado da Bahia entre todos os mandatos? Jaques Wagner, líder do governo no Senado. Então, não podemos prescindir dos melhores”, ressaltou.
A fala de Jorge Solla ocorre em meio às articulações políticas para a definição da chapa governista em 2026, que seguem movimentando os bastidores da política baiana.
Informações do BNews*


