Depois de dias de especulações e boatos que dominaram as redes sociais, uma das mulheres confundidas com a suposta “Japinha do CV” decidiu se manifestar publicamente. O nome viralizou após a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro, em 28 de outubro, quando uma mulher, identificada como integrante do Comando Vermelho, foi dada como morta.
A repercussão do caso acabou envolvendo duas jovens diferentes, que passaram a ser apontadas como a tal “Japinha”. A primeira delas, que está grávida, afirmou em um vídeo que abandonou completamente o passado e que não possui qualquer relação com o crime organizado.
“Desde o início da minha gravidez deixei claro que abri mão de tudo. Hoje, o meu foco é o meu filho. Fotos antigas voltaram a circular, mas fazem parte de uma fase que já deixei para trás. Só quero viver minha gestação em paz e dar uma boa criação ao meu filho”, declarou a jovem.
A segunda mulher envolvida na confusão é Maria Eduarda, conhecida nas redes como Penélope, que também se pronunciou após ter seu nome e imagens antigos associados à história. Em vídeo, ela negou todas as informações e afirmou que a personagem citada na internet nunca existiu.
“Meu nome é Maria Eduarda, estou viva. A internet espalhou fotos minhas de um tempo que já passou e disseram que eu tinha morrido. Essa tal de Japinha não existe. Agradeço às pessoas que se preocuparam, mas estou bem”, disse.
Maria Eduarda reforçou ainda que o apelido “Japinha do CV” foi criado por internautas após a operação no Rio de Janeiro e que nenhuma das duas tem qualquer ligação com a facção criminosa.
“Essa história foi inventada. Nem eu nem a outra menina temos relação com isso. Tenho minha vida, minha história, e muita coisa do meu passado ficou pra trás”, completou.


