Belo e Gracyanne Barbosa apresentaram, finalmente, a primeira manifestação no processo criminal que enfrentam há cinco anos na Justiça. A informação foi divulgada pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, e pode representar uma virada no caso.
O Ministério Público denunciou o ex-casal e Nelson Trajano de Ataíde, já falecido, em julho deste ano, pelo crime de apropriação indébita cuja pena pode chegar a quatro anos de prisão. Segundo a acusação, eles teriam se apropriado de itens de um imóvel alugado, como máquina de lavar, motor de hidromassagem e um filtro de água avaliado em cerca de R$ 2 mil.
No dia 30 de outubro, Belo e Gracyanne solicitaram à Justiça o benefício do Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), recurso que pode encerrar o processo e extinguir a punibilidade, desde que sejam cumpridos os requisitos legais.
Pelo instrumento, o Ministério Público pode propor o acordo em casos sem violência e com pena máxima inferior a quatro anos, desde que haja confissão dos acusados. Caso seja aceito, o acordo pode incluir condições como reparação de danos e prestação de serviços comunitários.
Com o pedido, o ex-casal tenta encerrar uma disputa que já se arrasta há meia década — e limpar de vez seus nomes da acusação.


