Com uma história que parecia saída de um roteiro de cinema, Laysa Peixoto ganhou destaque ao se apresentar como a primeira mulher astronauta do Brasil. No entanto, a narrativa que a levou aos holofotes começou a ser colocada em xeque após questionamentos envolvendo instituições acadêmicas e até a própria NASA.
Em entrevista exclusiva ao portal LeoDias, Laysa negou ter afirmado que trabalha para a agência espacial americana. Ela também reafirmou sua formação acadêmica e reforçou que deve participar de um voo espacial com a empresa Titan Space, previsto para 2029.
Entenda o caso
Laysa compartilha em suas redes sociais detalhes de sua suposta trajetória rumo ao espaço, afirmando ser “oficialmente astronauta da turma de 2025” e com viagem marcada para daqui a quatro anos. Segundo informações do portal G1, a jovem já declarou ter realizado treinamento na NASA, além de se apresentar como estudante de Física na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mestranda na Universidade Columbia, nos Estados Unidos.
As alegações, no entanto, começaram a ser questionadas por veículos de imprensa e internautas. A autenticidade de seus vínculos com instituições renomadas e sua participação em programas espaciais ainda é alvo de apuração.
Enquanto as investigações avançam, o caso levanta um debate sobre a responsabilidade na divulgação de títulos e credenciais, especialmente em temas científicos de grande repercussão.


