Até 2018, quem precisava sacar dinheiro em Olindina, município com cerca de 22,6 mil habitantes no nordeste da Bahia, ainda contava com algumas alternativas. Três delas eram formais: duas agências bancárias e uma lotérica. As demais opções vinham dos chamados “pontos de saque”, onde comerciantes atuam como representantes informais dos bancos.
Desde então, a situação mudou drasticamente. O Banco do Brasil encerrou suas atividades na cidade, e agora a única agência restante, do Bradesco, também se prepara para fechar as portas ainda neste mês.
Esse cenário se repete em outras regiões do interior baiano, onde moradores convivem com as dificuldades e sentem na rotina os efeitos do esvaziamento bancário e do abandono de serviços essenciais.


